Quem faz um poema abre uma janela.
Mário Quintana
Um Homem percorre o mundo inteiro em busca daquilo que precisa e volta a casa para encontrá-lo. "George Moore"
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Obrigada...
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Autores
Vida
Sempre a indesencorajada alma do homem
resoluta indo à luta.
(Os contingentes anteriores falharam?
Pois mandaremos novos contingentes
e outros mais novos.)
Sempre o cerrado mistério
de todas as idades deste mundo
antigas ou recentes;
sempre os ávidos olhos, hurras, palmas
de boas-vindas, o ruidoso aplauso;
sempre a alma insatisfeita,
curiosa e por fim não convencida,
lutando hoje como sempre,
batalhando como sempre.
Walt Whitman
Sempre a indesencorajada alma do homem
resoluta indo à luta.
(Os contingentes anteriores falharam?
Pois mandaremos novos contingentes
e outros mais novos.)
Sempre o cerrado mistério
de todas as idades deste mundo
antigas ou recentes;
sempre os ávidos olhos, hurras, palmas
de boas-vindas, o ruidoso aplauso;
sempre a alma insatisfeita,
curiosa e por fim não convencida,
lutando hoje como sempre,
batalhando como sempre.
Walt Whitman
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Da janela norte...
onde o frio aquece a saudade
onde o vento alinha o sentir
onde o branco pinta sorrisos...
Por lá
abrigo-me na montanha...
Maria P.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
Leituras...
Tentar provar o futuro é muito mais interessante do que poder conhecê-lo. Como no jogo, não o ganhar, mas o poder ganhar. Porque nenhuma vitória se ganha se se não puder perder.
Vergílio Ferreira
Vergílio Ferreira
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Autores
A Cor da Liberdade
Não hei-de morrer sem saber
qual a cor da liberdade.
Eu não posso senão ser
desta terra em que nasci.
Embora ao mundo pertença
e sempre a verdade vença,
qual será ser livre aqui,
não hei-de morrer sem saber.
Trocaram tudo em maldade,
é quase um crime viver.
Mas, embora encondam tudo
e me queiram cego e mudo,
não hei-de morrer sem saber
qual a cor da liberdade.
Jorge de Sena
Não hei-de morrer sem saber
qual a cor da liberdade.
Eu não posso senão ser
desta terra em que nasci.
Embora ao mundo pertença
e sempre a verdade vença,
qual será ser livre aqui,
não hei-de morrer sem saber.
Trocaram tudo em maldade,
é quase um crime viver.
Mas, embora encondam tudo
e me queiram cego e mudo,
não hei-de morrer sem saber
qual a cor da liberdade.
Jorge de Sena
sábado, 14 de novembro de 2009
Outra janela...
domingo, 8 de novembro de 2009
Autores
O Tempo Torna Tudo Irreal
O tempo, propriamente dito, não existe (excepto o presente como limite), e, no entanto, estamos submetidos a ele. É esta a nossa condição. Estamos submetidos ao que não existe. Quer se trate da duração passivamente sofrida - dor física, esperança, desgosto, remorso, medo -, quer do tempo organizado - ordem, método, necessidade -, nos dois casos, aquilo a que estamos submetidos, não existe. Estamos, realmente, presos por correntes irreais. O tempo, irreal, cobre todas as coisas e até nós mesmos, de irrealidade.
Simone Weil
«A Gravidade e a Graça»
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Autores
Um Amor
Aproximei-me de ti; e tu, pegando-me na mão,
puxaste-me para os teus olhos
transparentes como o fundo do mar para os afogados. Depois, na rua,
ainda apanhámos o crepúsculo.
As luzes acendiam-se nos autocarros; um ar
diferente inundava a cidade. Sentei-me
nos degraus do cais, em silêncio.
Lembro-me do som dos teus passos,
uma respiração apressada, ou um princípio de lágrimas,
e a tua figura luminosa atravessando a praça
até desaparecer. Ainda ali fiquei algum tempo, isto é,
o tempo suficiente para me aperceber de que, sem estares ali,
continuavas ao meu lado. E ainda hoje me acompanha
essa doente sensação que
me deixaste como amada ~
recordação.
Nuno Júdice
Aproximei-me de ti; e tu, pegando-me na mão,
puxaste-me para os teus olhos
transparentes como o fundo do mar para os afogados. Depois, na rua,
ainda apanhámos o crepúsculo.
As luzes acendiam-se nos autocarros; um ar
diferente inundava a cidade. Sentei-me
nos degraus do cais, em silêncio.
Lembro-me do som dos teus passos,
uma respiração apressada, ou um princípio de lágrimas,
e a tua figura luminosa atravessando a praça
até desaparecer. Ainda ali fiquei algum tempo, isto é,
o tempo suficiente para me aperceber de que, sem estares ali,
continuavas ao meu lado. E ainda hoje me acompanha
essa doente sensação que
me deixaste como amada ~
recordação.
Nuno Júdice
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Poesia...
Só a Natureza é Divina, e Ela não é Divina...
Só a natureza é divina, e ela não é divina...
Se falo dela como de um ente
É que para falar dela preciso usar da linguagem dos
homens
Que dá personalidade às cousas,
E impõe nome às cousas.
Mas as cousas não têm nome nem personalidade:
Existem, e o céu é grande a terra larga,
E o nosso coração do tamanho de um punho fechado...
Bendito seja eu por tudo quanto sei.
Gozo tudo isso como quem sabe que há o sol.
Alberto Caeiro
«O Guardador de Rebanhos - Poema XXVII»
Só a natureza é divina, e ela não é divina...
Se falo dela como de um ente
É que para falar dela preciso usar da linguagem dos
homens
Que dá personalidade às cousas,
E impõe nome às cousas.
Mas as cousas não têm nome nem personalidade:
Existem, e o céu é grande a terra larga,
E o nosso coração do tamanho de um punho fechado...
Bendito seja eu por tudo quanto sei.
Gozo tudo isso como quem sabe que há o sol.
Alberto Caeiro
«O Guardador de Rebanhos - Poema XXVII»
terça-feira, 20 de outubro de 2009
domingo, 18 de outubro de 2009
Autores
Há pequenas impressões finas como um cabelo e que, uma vez desfeitas na nossa mente, não sabemos aonde elas nos podem levar. Hibernam, por assim dizer, nalgum circuito da memória e um dia saltam para fora, como se acabassem de ser recebidos. Só que, por efeito desse período de gestação profunda, alimentada ao calor do sangue e das aquisições da experiência temperada de cálcio e de ferro e de nitratos, elas aparecem já no estado adulto e prontas a procriar. Porque as memórias procriam como se fossem pessoas vivas.
Agustina Bessa-Luís, in «Antes do Degelo»
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
...abraço
Recebi um abraço da As velas ardem sempre até ao fim...Obrigada:)
Com o abraço,... um desafio, este:
1 - Quem mais gostas de abraçar no presente?
O bloguista deste preguiçoso blogue -Estou a brincar...
2 - Quem nunca abraçarias?
Ui! É melhor não dizer...
3 - Quem davas tudo para poder abraçar?
Abraçar de novo, a minha Mãe.
Deixo um ABRAÇO a todos os Amigos da Casa, levem o abraço...
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
Autores
A Última Ceia
Trouxe as palavras e colocou-as sobre a mesa.
Trouxe-as dentro das mãos fechadas (alguns disseram
que apenas escondia as feridas do silêncio).
Pousou-as na mesa e começou a abri-las devagar,
Tão devagar como passa o tempo quando tempo
não passa. E depois distribui-as pelos outros,
multiplicou-se em dedos, em palavras (alguém disse
que chegariam a todos, ultrapassariam os séculos e
teriam a duração do tempo quando o tempo perdura).
Ceou com todos pão que não levedara e o vinho áspero
das videiras magras do monte que os ventos dizimavam.
Quando se ergueu, havia ainda palavras sobre a mesa,
coisas por dizer no resto do pão que alguém deixara,
feridas fundas nas mãos que fechou em silêncio e devagar.
Perto dali uma figueira florescia. À espera.
Maria do Rosário Pedreira
A Casa e o Cheiro dos Livros
Trouxe as palavras e colocou-as sobre a mesa.
Trouxe-as dentro das mãos fechadas (alguns disseram
que apenas escondia as feridas do silêncio).
Pousou-as na mesa e começou a abri-las devagar,
Tão devagar como passa o tempo quando tempo
não passa. E depois distribui-as pelos outros,
multiplicou-se em dedos, em palavras (alguém disse
que chegariam a todos, ultrapassariam os séculos e
teriam a duração do tempo quando o tempo perdura).
Ceou com todos pão que não levedara e o vinho áspero
das videiras magras do monte que os ventos dizimavam.
Quando se ergueu, havia ainda palavras sobre a mesa,
coisas por dizer no resto do pão que alguém deixara,
feridas fundas nas mãos que fechou em silêncio e devagar.
Perto dali uma figueira florescia. À espera.
Maria do Rosário Pedreira
A Casa e o Cheiro dos Livros
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
sábado, 19 de setembro de 2009
Outra janela...
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Autores
Ver-te é como ter á minha frente todo o tempo
é tudo serem para mim estradas largas
estradas onde passa o sol poente
é o tempo parar e eu próprio duvidar mas sem pensar
se o tempo existe se existiu alguma vez
e nem mesmo meço a devastação do meu passado
é tudo serem para mim estradas largas
estradas onde passa o sol poente
é o tempo parar e eu próprio duvidar mas sem pensar
se o tempo existe se existiu alguma vez
e nem mesmo meço a devastação do meu passado
Ruy Belo
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
3 de Setembro...
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Autores
O Impossível baseia-se no Possível
O mistério nem sempre cresce no desconhecido, porque o desconhecido é muitas vezes só isso: pode crescer no conhecido, quando é o seu terrível espanto. O impossível nem sempre nasce do que se não tem, porque o milagre do futuro se acredita: o impossível quase sempre nasce do que se tem, porque se tem e se espera ainda...
Vergílio Ferreira, in «Estrela Polar»
O mistério nem sempre cresce no desconhecido, porque o desconhecido é muitas vezes só isso: pode crescer no conhecido, quando é o seu terrível espanto. O impossível nem sempre nasce do que se não tem, porque o milagre do futuro se acredita: o impossível quase sempre nasce do que se tem, porque se tem e se espera ainda...
Vergílio Ferreira, in «Estrela Polar»
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
domingo, 23 de agosto de 2009
Aforas...
Eu gosto da manhã, a brisa que beija o rosto,
o mar que murmura, segredo...
O vento que espalha os cabelos,
sentimentos vazantes
com a maré...
Gosto da manhã.
o mar que murmura, segredo...
O vento que espalha os cabelos,
sentimentos vazantes
com a maré...
Gosto da manhã.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
No Dia Mundial da Fotografia...
... porque a vida são pedaços, são momentos
o olhar cativa-os
a fotografia torna-os eternos
momentos...
Maria P.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Autores
SOBRE O SEU RETRATO
Quando a idade fizer de mim o que agora não sou;
E cada ruga me disser onde o arado
Do tempo sulcou; quando o Gelo fluir
Atravessando cada veia e toda a minha cabeça se cobrir de neve:
Quando a morte exibir o seu frio sobre as minhas faces,
E eu, a mim mesmo o meu próprio Retrato procurar,
Não encontrando o que sou, mas o que fui;
Duvidando em qual acreditar, neste ou no meu espelho;
Embora eu mude, este permanecerá o mesmo;
Tal como foi desenhado, reterá a compleição primitiva
E a tez primeira; aqui poderão ainda ver-se
Sangue nas faces e uma Penugem sobre o queixo.
Aqui a testa permanecerá lisa, o olhar intenso,
O Lábio rosado e o cabelo de cor jovem.
Contemplai que fragilidade podemos ver no homem,
Cuja Sombra é menos do que ele propensa à mudança.
Thomas Randolph (1605-1635)
Trad. de Cecília Rego Pinheiro
Quando a idade fizer de mim o que agora não sou;
E cada ruga me disser onde o arado
Do tempo sulcou; quando o Gelo fluir
Atravessando cada veia e toda a minha cabeça se cobrir de neve:
Quando a morte exibir o seu frio sobre as minhas faces,
E eu, a mim mesmo o meu próprio Retrato procurar,
Não encontrando o que sou, mas o que fui;
Duvidando em qual acreditar, neste ou no meu espelho;
Embora eu mude, este permanecerá o mesmo;
Tal como foi desenhado, reterá a compleição primitiva
E a tez primeira; aqui poderão ainda ver-se
Sangue nas faces e uma Penugem sobre o queixo.
Aqui a testa permanecerá lisa, o olhar intenso,
O Lábio rosado e o cabelo de cor jovem.
Contemplai que fragilidade podemos ver no homem,
Cuja Sombra é menos do que ele propensa à mudança.
Thomas Randolph (1605-1635)
Trad. de Cecília Rego Pinheiro
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Da janela sul...
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Outra janela...

Nada entre nós tem o nome da pressa.
Conhecemo-nos assim, devagar, o cuidado
traçou os seus próprios labirintos. Sobre a pele
é sempre a primeira vez que os gestos acontecem. Porém,
se se abrir uma porta para o verão, vemos as mesmas coisas-
o que fica para além da planície e da falésia; a ilha,
um rebanho, um barco à espera de partir, uma palavra
que nunca escrevemos. Entre nós
o tempo desenha-se assim, devagar.
Daríamos sempre pelo mais pequeno engano.
Maria do Rosário Pedreira
«A Casa e o Cheiro dos Livros»
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Autores
«Se fazes questão em reflectir sobre o enigma da vida e do universo, vê se te despachas depressa, que a espécie humana qualquer dia acaba.»
Vergílio Ferreira
Vergílio Ferreira
domingo, 2 de agosto de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Da janela sul...
terça-feira, 14 de julho de 2009
sábado, 11 de julho de 2009
Cenas de Verão...
Vamos ?
Maria disse...
Huuummm... com o calor que está hoje ninguém me tira daqui...:))
***
pin gente disse...
no comboinho?se for isso, eu alinho!
no comboinho?se for isso, eu alinho!
***
Mar Arável disse...
Claro. Mesmo não sendo o da Carris.
Claro. Mesmo não sendo o da Carris.
***
Eduardo Aleixo disse...
Um bom domingo no comboio das ondas do mar.
Um bom domingo no comboio das ondas do mar.
***
Lídia Borges disse...
Claro que sim. Bela fotografia!
Claro que sim. Bela fotografia!
***
Rosa dos Ventos disse...
Bora!...
Bora!...
***
Justine disse...
'Bora lá! Vai ser um belo passeio...
'Bora lá! Vai ser um belo passeio...
***
Pitanga Doce disse...
Espera que estou calçando os sapatos!!!!
Espera que estou calçando os sapatos!!!!
***
Joao P. disse...
Onde?Ao palácio? sim claro!
Onde?Ao palácio? sim claro!
então não foi para isso que aqui viemos?
Onde é que guardei o guia?
***
Oris disse...
Ainda há lugar? Ou já se esgotou a lotação???
Ainda há lugar? Ou já se esgotou a lotação???
***
ausenda disse...
Se for para ir para longe...vou!
Se for para ir para longe...vou!
***
mateo disse...
Há sempre um comboio que passa, não há?
Há sempre um comboio que passa, não há?
Mas perco tantas vezes a carruagem...
***
heretico disse...
haverá gelados a bordo?
haverá gelados a bordo?
***
poetaeusou . . . disse...
*háááá,afinal,
*háááá,afinal,
sempre foi inaugurado . . .vivó TGV !!!
***
Maripa disse...
Oh!...Esperem por mim!
Oh!...Esperem por mim!
Também quero ir se ainda houver lugar.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Cenas de Verão...
quando as obras continuam, as filas aumentam e o calor aperta, primeiro tiram-se os sapatos ... Clotilde S. disse...
É assim no Verão, Maria. Todos nós andamos por outras cenas.
***
Eduardo Aleixo disse...
Cada um na sua cena. Há cenas e cenas. A minha gata jogou-se do quinto andar para baixo: que granda cena! Custou-me 400 euros. Cada um sabe da sua cena. A melhor cena para mim é não haver cenas. Mas a vida é difícil. E a mente humana cria cenas. Estou-me nas tintas para as cenas. Mas se não houvesse cenas teríamos mais desemprego para os pintores dos cenários...De um cenário não prescindo: aquele que estende o seu vestido branco na areia e a que as gaivotas deram o nome de mar...
Cada um na sua cena. Há cenas e cenas. A minha gata jogou-se do quinto andar para baixo: que granda cena! Custou-me 400 euros. Cada um sabe da sua cena. A melhor cena para mim é não haver cenas. Mas a vida é difícil. E a mente humana cria cenas. Estou-me nas tintas para as cenas. Mas se não houvesse cenas teríamos mais desemprego para os pintores dos cenários...De um cenário não prescindo: aquele que estende o seu vestido branco na areia e a que as gaivotas deram o nome de mar...
***
Luis Eme disse...
passar aqui? só por cima!
passar aqui? só por cima!
***
Pitanga Doce disse...
"primeiro tiram-se os sapatos" ...
"primeiro tiram-se os sapatos" ...
e depois atira-se a paciência pela janela. hehe
***
Maria disse...
... mas quem me mandou vir pela auto-estrada...
... mas quem me mandou vir pela auto-estrada...
Qual? Quase todas!
***
Rosa dos Ventos disse...
Eu tirava a blusa!
Eu tirava a blusa!
O alcatrão deve estar muito quente para ficar descalça... :-))
***
triliti star disse...
e os teu olhos são janelas
e os teu olhos são janelas
e vê-se o mundo por elas...
***
tulipa disse...
Para uns o Verão é andar em enormes filas de carros...
Para uns o Verão é andar em enormes filas de carros...
Para outros é, infelizmente, estar de cama, doente.
***
as velas ardem ate ao fim disse...
Olha a foto deu me vontade de rir...
Olha a foto deu me vontade de rir...
que nos dia de hoje tem sido bem dificil.
***
Maripa disse...
Olha...eu tinha tido era juizo se tivesse ficado em casa...a minha avó bem me avisou!
Olha...eu tinha tido era juizo se tivesse ficado em casa...a minha avó bem me avisou!
Agora é aguentar...
***
Joao P. disse...
Cena incomum!
Cena incomum!
Pouco me importa se és grande, se devo ou não devo...Estou farta!
Aqui me fico...
***
poetaeusou . . . disse...
STOP, não,
STOP, não,
TRIANGULO, não,
uma T'shirt ,vermelha, basta.
***
ausenda disse...
Infindável asfalto...!
Infindável asfalto...!
Um dia chegaremos lá!
***
Lúcia disse...
Eu acho que hoje já vamos descalços:)
Eu acho que hoje já vamos descalços:)
***
Ferreira Alves disse...
Para o Eduardo Aleixo:
Para o Eduardo Aleixo:
Também os animais sofrem de solidão, e depressão e outras coisas terminadas em ão... confusão, talvez. É melhor ter dois gatos. Um sózinho, pode ser uma cena :)As melhoras para a bichinha.
***
pin gente disse...
desculpa... ela estava era a calçar as sapatilhas! tens umas?ora vê se a apanhas!
desculpa... ela estava era a calçar as sapatilhas! tens umas?ora vê se a apanhas!
***
heretico disse...
calor no asfalto... rss
calor no asfalto... rss
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