terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

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Coisa amar...

Contar-te longamente as perigosas
coisas do mar. Contar-te o amor ardente
e as ilhas que só há no verbo amar.
Contar-te longamente longamente.

Amor ardente. Amor ardente. E mar.
Contar-te longamente as misteriosas
maravilhas do verbo navegar.
E mar. Amar: as coisas perigosas.

Contar-te longamente que já foi
num tempo doce coisa amar. E mar.
Contar-te longamente como dói

desembarcar nas ilhas misteriosas.
Contar-te o mar ardente e o verbo amar.
E longamente as coisas perigosas.

Manuel Alegre

7 comentários:

Maria disse...

Porque sim é uma excelente razão para escolher este autor. E este poema... sempre o (a)mar...

Beijinho, minha Maria!

Eduardo Aleixo disse...

Desta vez, a tua amiga tem razão. Um beijo.
Edu

Joao P. disse...

Eh lá!

Não conhecia este do meu poeta preferido

hum... isto está grave

beijo

João

Luis Eme disse...

Alegre, Amor e Mar...

grande trilogia.

bjs M. Maria Maio

Maria P. disse...

Maria,
sempre o (a)mar, tu sabes...
Beijinho*

Eduardo,
creio que sim...
Beijinho*

João P.
Não?! É grave...:)
Beijinho*

Luís,
concordo.
Beijinho*

poetaeusou . . . disse...

*
do Alegre
se fez triste !
foi pena . . .
porém,como poeta,
um dos meus preferidos .
,
bji,
,
*

Estranha pessoa esta disse...

Tão bonito.

Abraço grande para ti aqui destes lados do oeste.

****