segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Outra Janela...


Já não se sonha,
deixei de sonhar,
o sonho é poeira dos tempos
é a voz da extensão
é a voz da pureza
que dardejava na nossa doçura.

Carlos Melo Santos
Excerto in «Lavra de Amor»

12 comentários:

Luis Eme disse...

eu sonho...

beijinho M. Maria Maio

Rosa dos Ventos disse...

Não acredito...
Claro que sonhas...todos sonhamos!
E perante uma montanha destas ainda mais...

Abraço

Pitanga Doce disse...

OOOOOOOH! É a nossa serra?

Sonhas sim Maria, ainda que só pra ti...bem baixinho.

António disse...

Toda a gente sonha quer a dormir, quer acordada. No entanto há pessoas que nunca se lembram dos sonhos que têm quando dormem, e outras hibernam os sonhos que têm acordadas num cantinho qualquer do coração.

Maria P. disse...

Luís,
fazes bem...

Rosa,
sonho baixinho...

Pitanga,
é a nossa Serra sim!
Isso sonho baixinho:)

António,
totalmente de acordo.
Gostei de o "ver" na Casa.

Lídia Borges disse...

Os picos altos que tocam o céu como sonhos inatingíveis na dureza da matéria que os constrói.

Lindo!

Um beijo

João P. disse...

Maria P:

sonhar atingir o cume?

Pois, porque não?

Beijo

João P.

Mar Arável disse...

Só consigo sonhar amanhãs

Secreta disse...

Por vezes os sonhos perdem-se pelo caminho...

Manuela Freitas disse...

Apesar de tudo sonho...sem sonhos tudo seria ainda mais insuportável!..
Bj,
Manuela

Eduardo Aleixo disse...

Gostei do poema e não gostei da tristeza que transmitiu: contradição...A montanha, a pureza do ar. E a tua doce sensibilidade. Gosto sempre
Beijinhos.

Teresa Durães disse...

sonhar ainda sonho. por vezes são mais pesadelos

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